ESSA É UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO. Portanto, já salva esse link para ler naquele dia que parece estar dando tudo errado. 👍
Meu interesse por TCCs começou lá em 2012, quando eu fui fazer o meu (sim, sou velha). Resolvi analisar como funcionava a interação de leitoras de revistas com os perfis das mesmas nas redes sociais. Me aprofundei na pesquisa e o trabalho deu mais de 100 páginas.
Depois de muito sangue, suor e lágrimas, mandei para uma garota fazer a parte final: revisar o texto e colocar nas normas da ABNT, porque eu não fazia nem ideia de como se fazia isso. Estava tudo bem, até que a poucos dias da entrega final ela me avisa que estava com problemas e não conseguiria fazer o serviço pra mim. PENSA NO MEU DESESPERO. 😱
Tive que aprender na marra como fazer as citações, organizar as referências, esquematizar o terrível sumário. Não vou dizer que não chorei, porque eu choro bem fácil. Chorei, mas encarei o problema e resolvi. Sim, deu tudo certo. Passei na banca e me formei lindamente em janeiro de 2013, numa noite bem quente de verão. E no final das contas acabei pegando gosto pela dos TCCs.
De lá pra cá, já são 7 anos que dedico minhas noites e finais de semana a revisar TCCs alheios, colocá-los nas normas das universidades e ainda dar apoio moral a quem não sabe nem por onde começar a pesquisa. 😭
Já formatei centenas de trabalhos, muitos deles que tiraram as tão sonhadas notas máximas. E é por isso que resolvi trazer para cá um pouco do que que eu aprendi no meio do caminho. Quem sabe assim o teu período de trabalho de conclusão não fica mais suave? Vamos juntos!

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